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Perguntas Frequentes sobre Implante Capilar, queda de cabelo e calvície
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Revista Poder da jornalista Joyce Pascowitch entrevista o Cirurgião Plástico Dr. Márcio Crisóstomo


“Destaque em matéria da Revista de circulação nacional PODER, da Jornalista Joyce Pascowitch, abordando o destaque internacional da Técnica Untouched Strip.” Ed. Nov/2012

Dr. Márcio é destaque na Revista Poder falando sobre Técnica Untouched Strip

DEFINIÇÃO

Foto Calvicie Feminina, Queda de Cabelo É uma rarefação capilar difusa iniciando na linha média de repartição dos fios. Há a transformação de um pelo terminal grosso em pelo velus (penugem). É também conhecida como Alopecia Androgenética Feminina.


CAUSAS

A calvície feminina é tão comum quanto a masculina, porém menos severa, e de uma apresentação clínica diferente.

O início é gradual e após a puberdade, porém, com picos de aparecimento entre 30 e 50 anos. 1 em cada 4 mulheres entre 25 e 40 anos e metade das mulheres acima dos 40 anos, apresentam algum grau de calvície. Como na masculina, há também uma predisposição genética transmitida por ambos os pais. Somente 20% dos casos têm história familiar positiva.

A causa é considerada multi-fatorial, sabendo-se que também ocorre a conversão da testosterona (hormônio masculino que também circula nas mulheres, porém em uma quantidade menor do que a dos homens) para DHT (dihidrotestosterona), através da enzima 5 alfa redutase.

Na maioria das vezes, não se detectam aumentos hormonais masculinos na corrente sangüínea. O que ocorre é uma sensibilidade dos receptores celulares à DHT, desencadeando o processo de miniaturização (diminuição do diâmetro e tamanho da haste dos fios e redução da fase de crescimento dos mesmos) dos fios.

Os fatores desencadeantes podem ser: desordem hormonal, incluindo início ou interrupção de uso de anticoncepcional, pós-parto e período peri e pós menopausa.


DIAGNÓSTICO E CLASSIFICAÇÃO

Diagnóstico e Classificação e causas de queda de cabelos - examesDeve-se afastar outras causas de queda de cabelos como: anemia por deficiência de ferro, dieta alimentar restritiva, doenças da tireóide, alterações hormonais com aumento de hormônios masculinos, início ou interrupção do uso de anticoncepcionais orais, período pós-parto, uso de alguns medicamentos, estados pós-cirúrgicos ou pós-estresse. Para isso, a paciente deve ser submetida a uma detalhada história clínica, exame físico, e a exames laboratoriais feito por dermatologista. Um exame com microscopia digital pode evidenciar também doenças do couro que aumentem a queda.

Ao exame clínico não encontramos uma área totalmente calva ou entradas, como nos homens. A linha anterior dos cabelos permanece em seu local original. Os hormônios femininos protegem as mulheres da calvície, e é pela presença destes hormônios que a apresentação clínica das mulheres é tão diferente da dos homens.

 A principal queixa das pacientes do sexo feminino é conseguir ver o couro cabeludo através dos fios de cabelo, quando se olham de frente no espelho.


Calvície Feminina - Classificação de Ludwig
A calvície feminina é classificada em 3 tipos principais segundo Ludwig. A classificação é baseada na rarefação capilar que se inicia na linha de repartição dos cabelos, e que evolui lateralmente acometendo toda a superfície superior do couro cabeludo.


TRATAMENTO

Uma vez feito o diagnóstico, há 3 possibilidades de tratamento, de acordo com a indicação do médico especialista. O clínico, o cirúrgico, ou a associação de ambos.

Tratamento - Laser de Baixa Potência - Low Level Laser
O tratamento clínico consiste no uso contínuo de loções capilares, cápsulas de vitaminas específicas, medicamentos anti-hormônios masculinos (quando necessário); shampoo fortificante, e mais recentemente, o Laser de Baixa Potência (Low Level Laser)
e os LED (Light Emitting Diodes) red e infra-red



Tratamento Laser de Baixa Potência - Low Level Laser e Led

Devido às fases do ciclo de crescimento dos cabelos, só podemos saber se o tratamento está ou não sendo eficaz, após um período mínimo de 6 meses.

Equipamento - Multiwaves - FotoBioestimulação - Terapia Fotodinâmica O tratamento cirúrgico é o transplante folicular. Para que haja indicação deste tratamento, que é definitivo, é necessário que os cabelos da área posterior da cabeça sejam de boa qualidade, pois esta é a região doadora de cabelos para o transplante.

Nos casos femininos de calvície mais avançada, a quantidade de fios doadores é insuficiente para se cobrir toda a área rarefeita. Por isso é importante se estabelecer uma área prioritária para a colocação das unidades foliculares, de acordo com o estilo de penteado de cada paciente. Assim sendo, se consegue um efeito de camuflagem das outras áreas, quando os fios se sobrepõem. Mais de uma cirurgia pode ser realizada se houver necessidade de mais densidade.


Equipamento - Multiwaves - FotoBioestimulação - Terapia Fotodinâmica


Mesmo realizando o tratamento cirúrgico, é fundamental que a paciente faça um tratamento clínico pós-operatório para melhorar e prolongar o resultado estético obtido após a cirurgia. Caso não haja um acompanhamento clínico, a tendência é que os fios não transplantados tendem a sofrer o processo da calvície e, com o passar dos anos, a paciente volte a apresentar uma rarefação capilar.

No pós-operatório pode haver uma pequena queda de um percentual variável dos cabelos não transplantados. Isto se deve ao fato da paciente ter sido submetida a uma cirurgia, de terem sido feitas milhares de incisões entre os fios de cabelos, de haver micro traumas na circulação sangüínea, e do próprio processo de cicatrização. Essa queda é temporária e esses cabelos voltam a nascer junto com os fios transplantados. Por este motivo é importante que as pacientes saibam que por um período de dois a 3 meses terão uma rarefação um pouco maior que a apresentada antes da cirurgia e que esta é temporária.

O cabelo transplantado começa a nascer em 3 a 4 meses após a cirurgia e o resultado pode ser avaliado após aproximadamente um ano.

Exemplo de transplante capilar em paciente com Alopecia Grau II de Ludwig realizado no Centro de Transplante Capilar Clin.

                       Antes                                    Depois de 1 ano
Foto - Calvície Feminina tem curaFoto - Calvície Feminina tem cura

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Imprensa:

Leia matéria publicada no dia 12/10/2008 pelo Jornal diário do Nordeste com o Dr. Márcio Crisóstomo sobre Calvície Feminina.

Diário do Nordestre - Calvície Feminina tem cura      

 

Leia matéria publicada no dia 03/04/2011 pela Revista Ambiente Moda Ceará com o Dr. Márcio Crisóstomo sobre Calvície Feminina.

Revista Ambiente Moda Ceará - Solução para calvície feminina     

 

 

 

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